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	<title>A12 - Santuário Nossa Senhora da Conceição Aparecida</title>
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		<title>Edições CNBB oferece curso gratuito “Vocação e missão do catequista: por que um ministério?”</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Aug 2021 18:09:24 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Com a instituição do Ministério laical de catequista pelo Papa Francisco, a Edições CNBB oferece gratuitamente o curso: “Vocação e Missão do Catequista: por que um ministério?”. A formação on-line será...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Com a instituição do Ministério laical de catequista pelo Papa Francisco, a Edições CNBB oferece gratuitamente o curso: “<em>Vocação e Missão do Catequista: por que um ministério?</em>”. A formação on-line será nos dias 18, 19 e 20 de agosto, sempre às 20h, com transmissão pelas redes sociais. Para aqueles que desejarem certificado, é necessário se inscrever.</p>
<p>A editora explica que o material das aulas foi todo baseado na <a href="http://www.vatican.va/content/francesco/pt/motu_proprio/documents/papa-francesco-motu-proprio-20210510_antiquum-ministerium.html" target="_blank" rel="noopener">Carta Apostólica<strong><em> </em></strong><em>Antiquum <wbr />Ministerium</em></a>, por meio da qual o Papa Francisco instituiu o Ministério de Catequista. O objetivo do curso é aprofundar o entendimento acerca da instituição do ministério instituído, bem como contribuir para a vocação do catequista e a iluminação bíblica dos(as) participantes.</p>
<figure id="attachment_658627" class="wp-caption aligncenter"><img class="wp-image-658627" src="https://www.cnbb.org.br/wp-content/uploads/2021/08/pe-janison.jpg" sizes="(max-width: 720px) 100vw, 720px" srcset="https://www.cnbb.org.br/wp-content/uploads/2021/08/pe-janison.jpg 918w, https://www.cnbb.org.br/wp-content/uploads/2021/08/pe-janison-300x161-1.jpg 300w, https://www.cnbb.org.br/wp-content/uploads/2021/08/pe-janison-768x412-1.jpg 768w, https://www.cnbb.org.br/wp-content/uploads/2021/08/pe-janison-500x268-1.jpg 500w" alt="Padre Jânison de Sá" width="720" height="386" /></p>
<figcaption id="caption-attachment-658627" class="wp-caption-text">Padre Jânison de Sá | Foto: reprodução</figcaption>
</figure>
<p>O assessor da Comissão Episcopal Pastoral para a Animação Bíblico-Catequética da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), padre Jânison de Sá Santos, convidado para orientar a formação, avalia a iniciativa como importante oportunidade para “fortalecer a vocação do catequista, motivar, agradecer a Deus pelo chamado de cada um, para conhecer melhor os fundamentos da vocação e da missão”.</p>
<p>Padre Jânison ressalta ainda que é “importante que o catequista se sinta um vocacionado, alguém que foi chamado por Deus e realiza uma missão muito importante na Igreja, como lemos nos documentos: ‘que ele realiza um serviço único e indispensável&#8217;”.</p>
<p>O orientador da formação também ressalta que o Papa Francisco, no <em>Motu Proprio Antiquum Ministerium</em>, insiste na dimensão vocacional do chamado de Deus: “É Deus que chama os catequistas, como Jesus chamou os seus discípulos, seus seguidores – Jesus chamou, formou e os enviou – assim também os catequistas são chamados, formados e enviados para realizar a missão de catequisar”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>Público-alvo</h3>
<p>Podem realizar a formação catequistas, líderes comunitários, animadores e animadoras de diferentes pastorais e movimentos. É um curso voltado para os catequistas, de modo geral, mas aberto para os demais interessados. “Pois a catequese não deve interessar somente aos catequistas, mas toda a comunidade eclesial missionária deve interessar-se pela catequese”, salienta padre Jânison.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>Presente aos catequistas</h3>
<p>Junto com o grande presente que foi a instituição do ministério de catequista, o curso é uma oferta aos catequistas de todo o Brasil neste Mês Vocacional, quando também é celebrado o Dia dos Catequistas. “Neste mês de agosto, nosso desejo é estarmos mais próximos dos catequistas, parabenizá-los, celebrar com eles neste mês a vocação de cada um. Então é muito importante nos reunirmos, nos encontrarmos, rezarmos juntos, refletirmos juntos. É de fato um tempo de graça, um tempo especial para todos nós”, comenta o assessor da Comissão para a Animação Bíblico-Catequética.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>Participe</h3>
<p>Para participar, <a href="https://www.edicoescnbb.com.br/vocacao-e-missao-do-catequista?utm_campaign=curso_catequese&amp;utm_medium=email&amp;utm_source=RD+Station" target="_blank" rel="noopener">inscreva-se <wbr />gratuitamente acessando este link</a> para garantir seu certificado digital e assista <em>on-line,</em> a <strong>partir das 20h (horário de Brasília)</strong>, pelos canais no Facebook e no YouTube: <a href="https://www.youtube.com/cnbbnacional" target="_blank" rel="noopener" data-rel="lightbox-video-0">CNBB</a> ou <a href="https://www.youtube.com/user/CNBBEDICOES" target="_blank" rel="noopener">Edições CNBB</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://www.edicoescnbb.com.br/vocacao-e-missao-do-catequista?utm_campaign=curso_catequese&amp;utm_medium=email&amp;utm_source=RD+Station" target="_blank" rel="noopener"><img class="aligncenter" src="https://recursos.edicoescnbb.com.br/MediaCenter/banneralteradocurso.png" alt="" width="2314" height="600" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>Temas e os assessores</h3>
<p><img class="an1 CToWUd" src="https://fonts.gstatic.com/s/e/notoemoji/13.1.1/1f539/32.png" alt="&#x1f539;" data-emoji="&#x1f539;" /> <strong>18 de agosto | </strong>Tema: <em><strong>A vocação de catequista</strong></em>.<br />
Pe. Jânison de Sá Santos, assessor da Comissão Episcopal Pastoral para a Animação Bíblico-Catequética da CNBB;<br />
Maria Erivan Ferreira, Teóloga, coordenadora da Comissão Bíblico-Catequética do Regional Nordeste I e professora da ESPAC (Escola Pastoral Catequética);<br />
Pe. Wilson da Mota Fernandes, coordenador do Colegiado da Animação Bíblico-Catequética do Regional Sul 3 da CNBB.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img class="an1 CToWUd" src="https://fonts.gstatic.com/s/e/notoemoji/13.1.1/1f539/32.png" alt="&#x1f539;" data-emoji="&#x1f539;" /> <strong>19 de agosto </strong>| Tema: <em><strong>Ministério de catequista – iluminação bíblica</strong></em>.<br />
Irmã Maria Aparecida Barboza, ICM, mestra em Teologia Bíblica, pós-graduada em Pedagogia Catequética;<br />
Pe. Jânison de Sá Santos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img class="an1 CToWUd" src="https://fonts.gstatic.com/s/e/notoemoji/13.1.1/1f539/32.png" alt="&#x1f539;" data-emoji="&#x1f539;" /> <strong>20 de agosto | Tema: <em>Ministério instituído de catequista</em>.<br />
</strong>Pe. Jânison de Sá Santos;<br />
Lucimara Trevisan, coordenadora do curso de Especialização em Catequética do Regional Leste 2 da CNBB;<br />
Pe. Joãozinho, Scj.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img src="https://recursos.edicoescnbb.com.br/MediaCenter/cronogra2.png" alt="cronograma" /></p>
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		<title>Mês vocacional: eventos na Igreja do Brasil celebram o dom da vocação à vida consagrada</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Aug 2021 18:04:12 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Na terceira semana do Mês Vocacional lembra-se e celebra-se o dom da vocação à Vida Consagrada, que se faz presente na Igreja, através das centenas de carismas. “Cada carisma é...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Na terceira semana do Mês Vocacional lembra-se e celebra-se o dom da vocação à Vida Consagrada, que se faz presente na Igreja, através das centenas de carismas. “Cada carisma é um dom do Espírito Santo colocado no coração dos fundadores e fundadoras para o serviço do Evangelho, na Igreja, Povo de Deus”, afirma o bispo de Caxias do Sul, dom José Gislon.</p>
<blockquote><p>“Ao longo dos séculos, com seus carismas, a vida consagrada e os consagrados foram e continuam sendo protagonistas na vida da Igreja, com maior ou menor intensidade, dependendo das realidades de cada continente. Eles participam da missão da Igreja e contribuem com a formação espiritual do Povo de Deus. Mas também, com seus carismas específicos, ajudam no serviço da evangelização, através da ação missionária, no serviço da caridade junto aos mais excluídos, além da presença nas realidades da educação e da saúde”, diz dom Gislon.</p></blockquote>
<p>Segundo dom José Gislon, a vida consagrada vive um tempo de desafios exigentes e necessidades de renovação, mas o compromisso dos consagrados, de serem profetas que anunciam, com a vida, na missão, o Evangelho da Alegria, da esperança e a paz, não pode ser esquecido porque faz parte do DNA da vida consagrada.</p>
<blockquote><p>“Pelo ‘sim’ da consagração escolheram seguir Jesus e entregar a vida ao Pai para levar a todos o amor e a consolação de Deus, que se manifesta no Cristo Jesus, Crucificado e Ressuscitado”, finaliza.</p></blockquote>
<h3><strong>Programações</strong></h3>
<p>Em homenagem à vida consagrada, a Igreja no Brasil preparou diversas programações para celebrar o momento.</p>
<blockquote><p>“A vida consagrada é uma resposta ao grande amor de Deus por nós. É uma oferta de todo o próprio ser e capacidades. É fruto do amor recebido de Deus, um amor grande, fecundo e gratuito. Um amor que preenche a pessoa e toda a sua existência, é um dom, que dá sentido à vida, de modo a ser também oferta a Deus e aos irmãos.</p>
<p>Quem experimenta o seu amor tem grande responsabilidade, é chamado a ser o bom perfume de Cristo, que não pode ser visto, porém pode ser sentido. Ser o bom perfume da fé, da esperança que dá significado aos dias”, afirma a Aparecida Guadalupe, presidente da CNISB.</p></blockquote>
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<div class="gallery-icon landscape"><a class="rl-gallery-link" title="" href="https://www.cnbb.org.br/wp-content/uploads/2021/08/WhatsApp-Image-2021-08-12-at-10.05.49.jpeg" data-rl_title="" data-rl_caption="" data-rel="prettyPhoto[gallery-19T6]><img class="attachment-thumbnail size-thumbnail" src="https://www.cnbb.org.br/wp-content/uploads/2021/08/WhatsApp-Image-2021-08-12-at-10.05.49-150x150.jpeg" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" srcset="https://www.cnbb.org.br/wp-content/uploads/2021/08/WhatsApp-Image-2021-08-12-at-10.05.49-150x150.jpeg 150w, https://www.cnbb.org.br/wp-content/uploads/2021/08/WhatsApp-Image-2021-08-12-at-10.05.49-300x300.jpeg 300w, https://www.cnbb.org.br/wp-content/uploads/2021/08/WhatsApp-Image-2021-08-12-at-10.05.49-1024x1024.jpeg 1024w, https://www.cnbb.org.br/wp-content/uploads/2021/08/WhatsApp-Image-2021-08-12-at-10.05.49-768x768.jpeg 768w, https://www.cnbb.org.br/wp-content/uploads/2021/08/WhatsApp-Image-2021-08-12-at-10.05.49-800x800.jpeg 800w, https://www.cnbb.org.br/wp-content/uploads/2021/08/WhatsApp-Image-2021-08-12-at-10.05.49-500x500.jpeg 500w, https://www.cnbb.org.br/wp-content/uploads/2021/08/WhatsApp-Image-2021-08-12-at-10.05.49.jpeg 1080w" alt="" width="150" height="150" /></a></div>
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</figure>
</div>
<p><strong>Jornada Nacional Vocacional – </strong>A Conferência Nacional dos Institutos Seculares (CNISB) irá realizar uma jornada nacional vocacional no dia 17 de agosto, às 20h, com a convidada Nelza Silveira, da IS Unitas Brasil, sobre a temática “Maria Serva do Senhor e os Consagrados Seculares”.</p>
<p><strong>Roda de Conversa Vocacional – </strong>Também no dia 19 de agosto, às 20h, haverá uma roda de conversa com alguns convidados sobre o tema “Escrever com a própria vida, parábolas de esperança”. O encontro acontecerá por meio do Google Meet e o evento é uma realização da CNISB.</p>
<p><strong>Vigília Vocacional –</strong> Já no dia 20 de agosto, às 20h, haverá uma vigília vocacional com a juventude, organizada pelo Serviço de Animação Vocacional/Pastoral Vocacional e a CNISB. A transmissão será feitas nas redes sociais da CNISB (@cnisbrasil).</p>
<p><strong>II Semana Nacional da Vida Consagrada –  </strong>Ao comemorar a vida consagrada, a Conferência dos Religiosos do Brasil (CRB) também preparou uma programação, de 15 a 21 de agosto, e convida cada regional e congregação religiosa a realizarem ações para marcar este momento. Saiba mais <a href="https://www.cnbb.org.br/missa-de-abertura-marcara-inicio-da-semana-nacional-da-vida-consagrada-uma-iniciativa-da-crb/">aqui</a>.</p>
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		<title>Subsídio para o Mês Vocacional apresenta contemplação rumo à práxis vocacional</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Aug 2021 22:18:06 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Na Exortação Apostólica Pós-Sinodal Christus Vivit, o Papa Francisco destaca três verdades que, segundo ele, são a coisa mais importante a ser anunciada; aquilo que nunca se deveria calar e...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Na Exortação Apostólica Pós-Sinodal Christus Vivit, o Papa Francisco destaca três verdades que, segundo ele, são a coisa mais importante a ser anunciada; aquilo que nunca se deveria calar e que todos precisamos sempre escutar.</p>
<p>Se em 2020 a animação vocacional do Brasil se deteve na primeira verdade como tema de aprofundamento do Mês Vocacional, com o tema:<strong> “Amados e chamados por Deus”</strong>, e o lema: <strong>“És precioso a meus olhos… eu te amo” (Is 43,4)</strong>, neste ano de 2021 será aprofundando a segunda verdade. Por isso o tema: <strong>“Cristo nos salva e nos envia</strong>”, e o lema: <strong>“Quem escuta a minha palavra possui a vida eterna” (cf. Jo 5,24)</strong>.</p>
<p>A terceira verdade, que dá o nome à Exortação Apostólica Christus Vivit (Cristo vive), será aprofundada em 2022, já no clima do Ano Vocacional, marcado para 2023.</p>
<h3><strong>Hora Vocacional</strong></h3>
<p>O subsídio que animará o Mês Vocacional de 2021, celebrado em agosto, foi construído a várias mãos, envolvendo os organismos que compõem a Comissão Episcopal Pastoral para os Ministérios Ordenados e a Vida Consagrada da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), bem como outras Comissões da CNBB.  Oferecendo uma riqueza de celebrações, o subsídio leva o nome de <strong>“Hora Vocacional”</strong>, ou seja, momento orante de escuta da Palavra de Deus, leitura, meditação e contemplação rumo à práxis vocacional.</p>
<p>São seis roteiros de Leituras Orantes e cinco Rodas de Conversa, com temas relacionados às vocações específicas – cristãos leigos e leigas, família, catequistas, missão, vida consagrada, ministério ordenado, animação vocacional da juventude. Além disso, o subsídio oferece uma proposta de Terço Vocacional e uma Vigília Vocacional. No fim, uma reflexão a partir da mensagem do papa Francisco para o Dia Mundial de Oração pelas Vocações de 2021, cujo tema foi “São José: o sonho da vocação”.</p>
<p>Segundo dom João Francisco Salm, presidente da Comissão para os Ministérios Ordenados e a Vida Consagrada da CNBB, tal mensagem pode ser complemento para qualquer das propostas de celebração, nas três palavras chave vocacionais ali meditadas pelo papa Francisco. “O chamado de Deus realiza nossos maiores sonhos; nossa resposta concretiza-se no serviço e na missão; essa vocação – chamado e resposta – vai amadurecendo através da fidelidade cotidiana”, disse.</p>
<blockquote><p>“O Hora Vocacional é para ser utilizado durante o ano todo. A proposta é produzir a cada novo ano um novo subsídio vocacional, a partir do tema central. Que possamos continuar o mandamento de Jesus, quando se dirigiu aos seus mais próximos e disse: “Rogai, pois, ao Senhor da messe para que envie trabalhadores à sua messe” (Mt 9,38, Lc 10,2)”, explicou dom Salm.</p></blockquote>
<p>Fonte: CNBB</p>
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		<title>Mensagem do Santo Padre aos participantes no Festival dos Jovens</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Aug 2021 22:16:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Caro! O Festival da Juventude é uma semana intensa de oração e encontro com Jesus Cristo, especialmente na sua Palavra viva, na Eucaristia, na adoração e no sacramento da Reconciliação....]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Caro!</p>
<p>O Festival da Juventude é uma semana intensa de oração e encontro com Jesus Cristo, especialmente na sua Palavra viva, na Eucaristia, na adoração e no sacramento da Reconciliação. Este acontecimento &#8211; diz a experiência de tantos &#8211; tem a força para nos colocar no caminho do Senhor. E este é precisamente o primeiro passo que o «jovem rico» de quem nos falam os Evangelhos sinópticos (cf. Mt 19,16-22; Mc 10,17-22; Lc 18,18-23), que assumiu o assim, ao contrário, correu ao encontro do Senhor, cheio de entusiasmo e desejo de encontrar o Mestre para herdar a vida eterna, ou seja, a felicidade. A palavra norteadora do Festival deste ano é justamente a pergunta que aquele jovem dirigiu a Jesus: “O que devo fazer para herdar a vida eterna?”. É uma palavra que nos coloca diante do Senhor; e fixa o seu olhar em nós, ama-nos e convida-nos: «Vinde! Me siga!&#8221; (Mt 19:21).</p>
<p>O Evangelho não nos diz o nome daquele jovem, e isso sugere que ele pode representar cada um de nós. Além de possuir muitos bens, ele se mostra bem educado e educado, e também animado por uma inquietação sadia que o leva a buscar a verdadeira felicidade, a vida em plenitude. Portanto, ele se propõe a encontrar um guia autorizado, confiável e confiável. Ele encontra essa autoridade na pessoa de Jesus Cristo e é por isso que lhe pergunta: &#8220;Bom Mestre, o que devo fazer para herdar a vida eterna?&#8221; (Mc 10,17). Mas o jovem pensa em um bem a ser conquistado pela própria força. O Senhor responde com outra pergunta: &#8220;Por que você me chama de bom? Ninguém é bom, só Deus ”(v. 18). Assim, Jesus o dirige a Deus, que é o único e supremo Bem de quem todos os outros bens vêm.</p>
<p>Para ajudá-lo a ter acesso à fonte do bem e da verdadeira felicidade, Jesus mostra-lhe o primeiro passo a dar, ou seja, aprender a fazer o bem aos outros: &#8220;Se queres entrar na vida, guarda os mandamentos&#8221; (Mt 19,17 ) Jesus o traz de volta à vida terrena e mostra-lhe o caminho para herdar a vida eterna, ou seja, o amor concreto ao próximo. Mas o jovem responde que sempre fez isso e percebeu que seguir os preceitos não basta para ser feliz. Então Jesus fixa nele um olhar cheio de amor. Na verdade, ele reconhece o desejo de plenitude que o jovem carrega no coração e a inquietação sadia que o coloca em busca; por isso ela sente ternura e afeto por ele.</p>
<p>No entanto, Jesus também entende qual é o ponto fraco de seu interlocutor: ele está muito apegado aos tantos bens materiais que possui. Por isso o Senhor propõe um segundo passo a ser dado, o de passar da lógica do &#8220;mérito&#8221; para a do dom: &#8220;Se você quer ser perfeito, vá, venda o que você tem, dê aos pobres e você terá um tesouro no céu ”(Mt 19,21). Jesus muda a perspectiva: convida-o a não pensar em garantir a vida após a morte, mas a dar tudo na vida terrena, imitando assim o Senhor. É o chamado para um maior amadurecimento, para passar dos preceitos observados para obter recompensas para o amor livre e total. Jesus pede a ele para deixar o que pesa no coração e atrapalha o amor. O que Jesus propõe não é tanto um homem privado de tudo, mas um homem livre e rico de relacionamentos. Se o coração está cheio de bens, o Senhor e o próximo tornam-se apenas coisas entre outras. Ter muito e muito sufocará nosso coração e nos tornará infelizes e incapazes de amar.</p>
<p>Por fim, Jesus propõe uma terceira etapa, a da imitação: “Venha! Me siga!&#8221;. “O seguimento de Cristo não é uma imitação exterior, porque toca o homem na sua interioridade profunda. Ser discípulos de Jesus significa conformar-se a ele »(João Paulo II, Carta Encíclica Veritatis Splendor, 21). Em troca, receberemos uma vida rica e feliz, cheia do rosto de tantos irmãos e irmãs, e de pais e mães e filhos &#8230; (cf. Mt 19,29). Seguir a Cristo não é perda, mas ganho incalculável, enquanto a renúncia diz respeito ao obstáculo que impede o caminho. Aquele jovem rico, porém, tem o coração dividido entre dois senhores: Deus e o dinheiro. O medo de arriscar e perder os seus bens o deixa triste ao voltar para casa: &#8220;Ele escureceu o rosto e foi embora entristecido&#8221; (Mc 10,22). Não hesitou em fazer a pergunta decisiva, mas não teve coragem de aceitar a resposta, que é a proposta de &#8220;desatar-se&#8221; e das riquezas para &#8220;ligar-se&#8221; a Cristo, de caminhar com Ele e descobrir a verdadeira felicidade. .</p>
<p>Amigos, Jesus diz também a cada um de vocês: «Vinde! Me siga!&#8221;. Tende a coragem de viver a vossa juventude, entregando-vos ao Senhor e pondo-vos a caminho com Ele. Deixai-vos conquistar pelo seu olhar de amor que nos liberta da sedução dos ídolos, das falsas riquezas que prometem a vida mas procuram a morte. Não tenha medo de acolher a Palavra de Cristo e de aceitar seu chamado. Não desanime como o jovem rico do Evangelho; antes, fixai o vosso olhar em Maria, grande modelo da imitação de Cristo, e confiai-vos nela que, com o seu «aqui estou», respondeu sem reservas ao apelo do Senhor. A sua vida é uma entrega total, desde o momento da Anunciação ao Calvário, onde se tornou nossa Mãe. Contamos com Maria para encontrar a força e receber a graça que nos permite dizer o nosso &#8220;aqui estou&#8221; ao Senhor. Olhemos para Maria para aprender a levar Cristo ao mundo, como o fez quando, cheia de atenção e alegria, correu para ajudar Santa Isabel. Contamos com Maria para transformar nossa vida em um dom para os outros. Com seu interesse pelas esposas de Caná, ela nos ensina a estar atentos aos outros. Com a sua vida ela nos mostra que na vontade de Deus está a nossa alegria e acolhê-la e viver não é fácil, mas nos faz felizes. Sim, «a alegria do Evangelho enche o coração e toda a vida de quem encontra Jesus. Quem se deixa salvar por ele é libertado do pecado, da tristeza, do vazio interior, do isolamento. A alegria sempre nasce e renasce com Jesus Cristo ”(Exortação apostólica Evangelii gaudium, 1).</p>
<p>Caríssimos jovens, no vosso caminho com o Senhor Jesus, animado também por este Festival, confio todos vós à intercessão da Bem-Aventurada Virgem Maria, nossa Mãe celeste, invocando a luz e a força do Espírito Santo. O olhar de Deus, que te ama pessoalmente, te acompanhe todos os dias, para que, na relação com os outros, possas ser testemunhas da nova vida que recebeste como dom. Por isso eu oro e abençoo você, e também peço que ore por mim.</p>
<p>Roma, San Giovanni in Laterano, 29 de junho de 2021</p>
<p>FRANCISCO</p>
<p>Texto original em Italiano. Traduzido pelo Google Translate</p>
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		<title>Presidência da CNBB divulga nota sobre a Campanha da Fraternidade Ecumênica 2021</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Feb 2021 12:46:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[anapaula]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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				<content:encoded><![CDATA[<h1>Presidência da CNBB divulga nota sobre a Campanha da Fraternidade Ecumênica 2021</h1>
<h1></h1>
<p>11 de fevereiro de 2021</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A presidência da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) divulgou, nesta terça-feira, 9 de fevereiro, uma nota na qual esclarece pontos referentes à realização da Campanha da Fraternidade Ecumênica deste ano, cujo tema é: “Fraternidade e Diálogo: compromisso de amor” e o lema: “Cristo é a nossa paz. Do que era dividido fez uma unidade”,  (Ef 2,14a).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O documento reafirma a Campanha da Fraternidade como uma marca e, ao mesmo tempo, uma riqueza da Igreja no Brasil que deve ser cuidada e melhorada sempre mais por meio do diálogo. Iluminado pela Encíclica <em>Ut Unum Sint</em>, de 1999, do Papa São João Paulo II, o texto aponta também ser necessário cuidar da causa ecumênica.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Sobre o texto-base da CFE deste ano, os bispos afirmam que a publicação seguiu a estrutura de pensamento e trabalho do Conselho Nacional de Igrejas Cristãs (CONIC), conselho responsável pela preparação e coordenação da campanha da fraternidade em seu formato ecumênico. “Não se trata, portanto, de um texto ao estilo do que ocorreria caso fosse preparado apenas pela comissão da CNBB”, aponta a Nota.</p>
<div id="attachment_2869" style="width: 310px" class="wp-caption alignright"><img class="size-medium wp-image-2869" src="http://www.a12salvador.com.br/site/wp-content/uploads/2021/02/Nota-presidência-da-CNBB-CFE-2021-1-300x159-300x159.jpg" alt="Nota Presidência da CNBB para CFE 2021" width="300" height="159" /><p class="wp-caption-text">Nota Presidência da CNBB para CFE 2021</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>No documento, a presidência da CNBB reafirma que a Igreja Católica tem sua doutrina estabelecida a respeito das questões de gênero e se mantém fiel a ela. “A doutrina católica sobre as questões de gênero afirma que ‘gênero é a dimensão transcendente da sexualidade humana, compatível com todos os níveis da pessoa humana, entre os quais o corpo, a mente, o espírito, a alma. O gênero é, portanto, maleável sujeito a influências internas e externas à pessoa humana, mas deve obedecer a ordem natural já predisposta pelo corpo” (<em>Pontifício Conselho para a Família, Lexicon – Termos ambíguos e discutidos sobre família, vida e questões éticas., pág. 673</em>).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A nota informa que os recursos do Fundo Nacional de Solidariedade (FNS) seguem rigorosa orientação, obedecendo não apenas a legislação civil vigente para o assunto, mas também a preocupação quanto à identidade dos projetos atendidos. “Os recursos só serão aplicados em situações que não agridam os princípios defendidos pela Igreja Católica”, reforça a nota.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A presidência da CNBB afirma, no parágrafo final, que apesar de nem sempre ser fácil cuidar das dificuldades levantadas pela realização de uma Campanha da Fraternidade e da caminhada ecumênica e de muitos outros aspectos da ação evangelizadora da Igreja, nem por isso se deve desanimar e romper a comunhão, o que segundo os bispos é uma das maiores marcas dos cristãos. “Não desanimemos. Não desistamos. Unamo-nos”, exorta a presidência da CNBB.</p>
<p>Conheça, abaixo, a íntegra do documento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>NOTA DA PRESIDÊNCIA DA CNBB</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Irmãos e irmãs em Cristo Jesus,</p>
<p>“Não apagueis o Espírito, não desprezais as profecias, mas examinai tudo e guardai o que for bom” (1 Ts 5,21)</p>
<p>&nbsp;</p>
<ol>
<li>No exercício de nossa missão evangelizadora, deparamo-nos com inúmeros desafios, diante dos quais não podemos esmorecer, mas, ao contrário, buscar forças para responder com tranquilidade e esperança.</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="2">
<li>Nosso país vive um tempo entristecedor, com tantas mortes causadas pela covid-19, um processo de vacinação que gostaríamos fosse mais rápido e uma população que se cansou de seguir as medidas de proteção sanitária. Nosso coração de pastores sofre diante de tantas sequelas que surgem a partir da pandemia, em especial o empobrecimento e a fome.</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>A Campanha da Fraternidade 2021 e suas características</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<ol start="3">
<li>Em meio a tudo isso e atendendo à solicitação de irmãos bispos, desejamos abordar a Campanha da Fraternidade deste ano. Algumas afirmações têm ocasionado insegurança e mesmo perplexidade.</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="4">
<li>Como sabemos, a Campanha da Fraternidade é uma riqueza da Igreja no Brasil, nascida e amadurecida não sem dificuldades e mesmo sofrimentos. A cada Campanha, o aprendizado se fortalece e se mostra continuamente necessário. Assim acontece com cada tema escolhido e assim acontece quando as Campanhas, desde o ano 2000, são feitas em modo ecumênico.</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="5">
<li>Para este ano, o tema escolhido foi o diálogo, com o tema, portanto, fraternidade e diálogo: compromisso de amor. Trata-se, como explicado nas formações feitas pelo nosso Setor de Campanhas, do recolhimento dos temas anteriores, em especial desde 2018, que tratou da superação da violência, até 2020, quando apresentou-se a proposta cristã do cuidado.</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="6">
<li>Para 2021, conforme aprovação em nossa Assembleia Geral de 2018, a Campanha foi construída ecumenicamente e, conforme costume desde o ano 2000, sob a responsabilidade do CONIC. Nas primeiras reuniões, discerniu-se pelo tema do diálogo, urgência num tempo de polarizações e fanatismos, cabendo então ao CONIC a construção do texto-base. Isso foi feito conforme está explicado na apresentação do mesmo, com detalhamento da equipe elaboradora, na pág. 9.</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="7">
<li>Consequentemente, o texto seguiu a estrutura de pensamento e trabalho do CONIC. Foram realizadas várias reuniões, o texto passou por revisão da assessoria teológica do CONIC, uma assessoria com membros das diversas igrejas, chegando, então, ao que hoje temos. Não se trata, portanto, de um texto ao estilo do que ocorreria caso fosse preparado pela comissão da CNBB, pois são duas compreensões distintas, ainda que em torno do mesmo ideal de servir a Jesus Cristo. O texto-base desse ano, por conseguinte, deve ser assim compreendido, como o foi nas Campanhas da Fraternidade levadas a efeito de modo ecumênico.</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Algumas questões específicas</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<ol start="8">
<li>Nos últimos dias, reações têm surgido quanto ao texto. Apresentam argumentos que esquecem da origem do texto, desejando, por exemplo, de uma linguagem predominantemente católica. Trazem ainda preocupações com relação a aspectos específicos, a saber, as questões de gênero, conforme os números 67 e 68 do referido texto.</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="9">
<li>A doutrina católica sobre as questões de gênero afirma que “gênero é a dimensão transcendente da sexualidade humana, compatível com todos os níveis da pessoa humana, entre os quais o corpo, a mente, o espírito, a alma. O gênero é, portanto, maleável sujeito a influências internas e externas à pessoa humana, mas deve obedecer a ordem natural já predisposta pelo corpo” (Pontifício Conselho para a Família, Lexicon – Termos ambíguos e discutidos sobre família, vida e questões éticas., pág. 673).</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Uma ajuda destacável</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<ol start="10">
<li>Já pronto o texto-base, fomos presenteados com a Fratelli Tutti, que recomendamos vivamente seja também utilizada como subsídio para a Campanha da Fraternidade deste ano. Ela estabelece forte conexão entre o tema de 2020 e o de 2021, cuidado e diálogo, e muito ajudará na reflexão sobre o diálogo e a fraternidade.</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Coleta da Solidariedade</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<ol start="11">
<li>Junto com essas preocupações de conteúdo, surgiu ainda a sugestão de que não se faça a oferta da solidariedade no Domingo de Ramos, uma vez que existiria o risco de aplicação dos recursos em causas que não estariam ligadas à doutrina católica.</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="12">
<li>Lembramos que, em 2019, foi distribuída pelo Fundo Nacional de Solidariedade – FNS a quantia de R$3.814.139,81, fruto da generosidade de nossas comunidades, não se incluindo nessa quantia o que foi destinado aos fundos diocesanos. Em 2020, por causa da pandemia, não ocorreu arrecadação. Somente com a ajuda da instituição alemã Adveniat conseguimos atender a 15 projetos.</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="13">
<li>Sobre isso, recordamos que o FNS segue rigorosa orientação, obedecendo não apenas a legislação civil vigente para o assunto, mas também preocupação quanto à identidade dos projetos atendidos. Desde o início da construção da Campanha da Fraternidade de 2021, temos informado ao CONIC a respeito da dificuldade e até mesmo da impossibilidade de mantermos a estrutura do Fundo de Solidariedade como ocorrido nas Campanhas ecumênicas anteriores. Sobre este ponto, tendo como base a última dessas Campanhas, a de 2016, esta Presidência já manifestou ao CONIC as dificuldades e, por espírito de comunhão e corresponsabilidade, vai conversar sobre o assunto na próxima reunião do CONSEP. A conclusão será informada em seguida.</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Desse modo:</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<ol start="14">
<li>Em consequência, respeitando a autonomia de cada irmão bispo junto aos seus diocesanos e como não poucos irmãos nos têm solicitado indicações para informar ao povo sobre a CF 2021, consideramos importante que sejam destacados os seguintes aspectos:</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<ol>
<li>  A Campanha da Fraternidade é um valor que não podemos descartar.</li>
<li> Alguns temas, conforme seu modo de ser apresentado, tornam-se mais difíceis que outros.</li>
<li> A Igreja tem sua doutrina estabelecida a respeito das questões de gênero e se mantém fiel a ela.</li>
<li> Os recursos do Fundo Nacional de Solidariedade serão aplicados em situações que não agridam os princípios defendidos pela Igreja Católica.</li>
<li> A causa ecumênica se mantém importante. “Uma comunidade cristã que crê em Cristo e deseja com o ardor do Evangelho a salvação da humanidade não pode de forma alguma fechar-se ao apelo do Espírito que orienta todos os cristãos para a unidade plena e visível … O ecumenismo não é apenas uma questão interna das comunidades cristãs, mas diz respeito ao amor que Deus, em Cristo Jesus, destina ao conjunto da humanidade; e criar obstáculos a este amor é uma ofensa a Ele e ao Seu desígnio de reunir todos em Cristo” (S. João Paulo II, Encíclica Ut Unum Sint, 99)</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="15">
<li>Concluímos lembrando a importância da Campanha da Fraternidade na história da evangelização do Brasil. É nossa marca. Cabe-nos cuidar dela, melhorá-la sempre mais por meio do diálogo, assim como nos cabe cuidar da causa ecumênica, um ideal que se nos impõe. Se nem sempre é fácil cuidar de ambos e de muitos outros aspectos de nossa ação evangelizadora, nem por isso devemos desanimar e romper a comunhão, uma de nossas maiores marcas, um tesouro que o Senhor Jesus nos deixou e do qual não podemos abrir mão. Não desanimemos. Não desistamos. Unamo-nos.</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<p>Brasília-DF, 09 de fevereiro de 2021</p>
<p><strong><br />
<strong>Dom Walmor Oliveira de Azevedo</strong></strong><br />
Arcebispo de Belo Horizonte (MG)<br />
Presidente da CNBB</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Dom Jaime Spengler</strong><br />
Arcebispo de Porto Alegre (RS)<br />
Primeiro Vice-Presidente da CNBB</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Dom Mário Antônio da Silva</strong><br />
Bispo de Roraima (RR)<br />
Segundo Vice-Presidente da CNBB</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Dom Joel Portella Amado</strong><br />
Bispo auxiliar da arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro (RJ)<br />
Secretário-geral da CNBB</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: <strong>Arquidiocese de São Salvador</strong></p>
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		<title>O Papa na mensagem para a Quaresma: cuidar de quem sofre por causa da Covid-19</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Feb 2021 12:37:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[anapaula]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[O Papa na mensagem para a Quaresma: cuidar de quem sofre por causa da Covid-19   O Pontífice convida a renovar a nossa fé, “neste tempo de conversão”, a obter...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h2><strong>O Papa na mensagem para a Quaresma: cuidar de quem sofre por causa da Covid-19</strong></h2>
<p><strong> </strong></p>
<p>O Pontífice convida a renovar a nossa fé, “neste tempo de conversão”, a obter “a «água viva» da esperança” e receber “com o coração aberto o amor de Deus que nos transforma em irmãos e irmãs em Cristo”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Foi divulgada, nesta sexta-feira (12/02), a <span style="color: #000000;"><a style="color: #000000;" href="http://www.vatican.va/content/francesco/pt/messages/lent/documents/papa-francesco_20201111_messaggio-quaresima2021.html">mensagem do Papa Francisco para a Quaresma deste ano</a></span> sobre o tema “Vamos subir a Jerusalém. Quaresma: tempo para renovar fé, esperança e caridade”.</p>
<div id="attachment_2866" style="width: 310px" class="wp-caption alignright"><img class="size-medium wp-image-2866" src="http://www.a12salvador.com.br/site/wp-content/uploads/2021/02/A-caridade-não-é-um-sentimento-estéril-Papa-Francisco-300x169.jpeg" alt="A caridade não é um sentimento estéril - Papa Francisco - Foto: Vatican Media" width="300" height="169" /><p class="wp-caption-text">A caridade não é um sentimento estéril &#8211; Papa Francisco &#8211; Foto: Vatican Media</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>O Pontífice convida a renovar a nossa fé, “neste tempo de conversão”, a obter “a «água viva» da esperança” e receber “com o coração aberto o amor de Deus que nos transforma em irmãos e irmãs em Cristo”. Francisco recorda que “na noite de Páscoa, renovaremos as promessas do nosso Batismo, para renascer como mulheres e homens novos por obra e graça do Espírito Santo. Entretanto o itinerário da Quaresma, como aliás todo o caminho cristão, já está inteiramente sob a luz da Ressurreição que anima os sentimentos, atitudes e opções de quem deseja seguir a Cristo”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Quem jejua faz-se pobre com os pobres </strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“O jejum, a oração e a esmola, tal como são apresentados por Jesus na sua pregação, são as condições para a nossa conversão e sua expressão”, ressalta o Papa na mensagem.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>De acordo com Francisco, o “jejum, vivido como experiência de privação, leva as pessoas que o praticam com simplicidade de coração a redescobrir o dom de Deus e a compreender a nossa realidade de criaturas que, feitas à sua imagem e semelhança, n&#8217;Ele encontram plena realização. Ao fazer experiência duma pobreza assumida, quem jejua faz-se pobre com os pobres e «acumula» a riqueza do amor recebido e partilhado. Jejuar significa libertar a nossa existência de tudo o que a atravanca, inclusive da saturação de informações, verdadeiras ou falsas, e produtos de consumo, a fim de abrirmos as portas do nosso coração Àquele que vem a nós pobre de tudo, mas «cheio de graça e de verdade»: o Filho de Deus Salvador”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Dizer palavras de incentivo</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8220;No contexto de preocupação em que vivemos atualmente onde tudo parece frágil e incerto, falar de esperança poderia parecer uma provocação. O tempo da Quaresma é feito para ter esperança, para voltar a dirigir o nosso olhar para a paciência de Deus, que continua cuidando de sua Criação, não obstante nós a maltratamos com frequência.&#8221;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O Pontífice convida no tempo da Quaresma, a estarmos “mais atentos em «dizer palavras de incentivo, que reconfortam, consolam, fortalecem, estimulam, em vez de palavras que humilham, angustiam, irritam, desprezam». Às vezes, para dar esperança, basta ser «uma pessoa amável, que deixa de lado as suas preocupações e urgências para prestar atenção, oferecer um sorriso, dizer uma palavra de estímulo, possibilitar um espaço de escuta no meio de tanta indiferença».”</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“No recolhimento e oração silenciosa, a esperança nos é dada como inspiração e luz interior, que ilumina desafios e opções da nossa missão; por isso mesmo, é fundamental recolher-se para rezar e encontrar, no segredo, o Pai da ternura”, ressalta o Papa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Tempo para crer, esperar e amar</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“A caridade se alegra ao ver o outro crescer; e de igual modo sofre quando o encontra na angústia: sozinho, doente, sem abrigo, desprezado, necessitado. A caridade é o impulso do coração que nos faz sair de nós mesmos gerando o vínculo da partilha e da comunhão. «A partir do “amor social”, é possível avançar para uma civilização do amor a que todos nos podemos sentir chamados. Com o seu dinamismo universal, a caridade pode construir um mundo novo, porque não é um sentimento estéril, mas o modo melhor de alcançar vias eficazes de desenvolvimento para todos».”</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Segundo Francisco, “viver uma Quaresma de caridade significa cuidar de quem se encontra em condições de sofrimento, abandono ou angústia por causa da pandemia de Covid19. Neste contexto de grande incerteza quanto ao futuro, ofereçamos, junto com a nossa obra de caridade, uma palavra de confiança e façamos sentir ao outro que Deus o ama como um filho. «Só com um olhar cujo horizonte esteja transformado pela caridade, levando-nos a perceber a dignidade do outro, é que os pobres são reconhecidos e apreciados na sua dignidade imensa, respeitados no seu estilo próprio e cultura e, por conseguinte, verdadeiramente integrados na sociedade»”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Queridos irmãos e irmãs, cada etapa da vida é um tempo para crer, esperar e amar. Que este apelo a viver a Quaresma como percurso de conversão, oração e partilha dos nossos bens, nos ajude a repassar, na nossa memória comunitária e pessoal, a fé que vem de Cristo vivo, a esperança animada pelo sopro do Espírito e o amor cuja fonte inexaurível é o coração misericordioso do Pai”, conclui o Papa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Mariangela Jaguraba</strong></p>
<p>Fonte: <strong>Vatican News</strong></p>
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		<title>Passos para um novo ano</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Jan 2021 16:34:45 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Passos para um novo ano Cardeal Dom Sergio da Rocha Arcebispo de São Salvador da Bahia, Primaz do Brasil O novo ano representa um caminho que se abre, uma oportunidade...]]></description>
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<h1 class="entry-title h1">Passos para um novo ano</h1>
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<div class="meta-item herald-date"><strong>Cardeal Dom Sergio da Rocha</strong></div>
</div>
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<div class="entry-content herald-entry-content">
<p>Arcebispo de São Salvador da Bahia, Primaz do Brasil</p>
<p>O novo ano representa um caminho que se abre, uma oportunidade para recomeçar e uma possibilidade renovada de ser feliz. Caminho pressupõe passos. O primeiro deles exige um olhar sereno e sincero sobre as próprias falhas e limitações, dispondo-se a superá-las. Trata-se do passo da <em>serenidade</em>. Não se pode simplesmente apagar o que foi vivido, mas é possível aprender com os erros e dispor-se a uma vida nova. Não se pode ir em frente carregando peso nas costas e amargura no coração. Cargas pesadas acabam enfraquecendo as pernas, impedindo avançar no caminho novo e fazendo sofrer o coração. Há muita coisa a ser deixada pra trás para poder recomeçar. Mágoas, ressentimentos e vinganças devem ceder lugar ao perdão, à reconciliação e à paz.</p>
<p>O segundo passo requer disposição para caminhar juntos, compartilhando alegrias e dores. É o passo do <em>amor fraterno</em>, da amizade e da ternura, que tornam possível trilhar o novo ano com ânimo, leveza e alegria. O caminho pode ser longo e difícil, mas percorrido juntos se torna leve e agradável. Um novo ano traz novas oportunidades de fazer amizades e fortalecer as existentes. O terceiro passo é o da <em>esperança</em> diante do novo caminho. O novo pode ser desafiador, mas não deve ser visto como ameaçador, por maiores que sejam os desafios. Olhar para frente com esperança, realizando sonhos e cultivando novas atitudes.</p>
<p>O quarto passo é o da <em>gratidão</em> de quem acolhe o novo ano como dom e não como um fardo a ser carregado. A cada dia, o renascer do sol representa a possibilidade do novo. A vida deve ser acolhida e saboreada como dom precioso do Criador e como fruto do amor de quem caminha conosco. O quinto passo é o da <em>responsabilidade</em> diante da vida e do caminhar. Ser feliz, vivendo de um jeito novo, não é fruto do acaso, por mais que acontecimentos imprevistos possam definir o caminhar. Depende de nós, de como construímos a vida e a história, não apenas pessoal, mas também familiar e social. Somos corresponsáveis pela construção de um mundo novo, através do amor, da justiça e da paz.</p>
<p>O sexto passo é o da <em>simplicidade</em>. É preciso dispor-se a saborear o valor das coisas simples e a experimentar a beleza dos pequenos gestos em contraste com o consumismo desenfreado e a ambição desmedida, que provocam gastos e desgastes. Por fim, o sétimo passo que não pode faltar para os caminheiros do novo ano é o da <em>fé</em>. A fé em Deus sustenta a esperança, ilumina e orienta o caminho a seguir. Fé a ser alimentada por momentos de oração e meditação pessoal. Fé a ser cultivada e celebrada em comunidade. Deus caminha conosco! Querer caminhar com Ele é sinal que a luz da fé está brilhando na vida ou, ao menos, que a chama que ainda fumega está querendo crescer no coração. Outros passos podem ser acrescentados. Começar por estes poderá ajudar a alcançar o desejado feliz ano novo.</p>
<p>*Artigo publicado no jornal A Tarde, em 10 de janeiro de 2020.</p>
<p>Fonte: Arquidiocese de São Salvador da Bahia</p>
</div>
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		<title>Com adaptações na programação, a Festa do Senhor do Bonfim será realizada entre os dias 8 a 17 de janeiro</title>
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		<pubDate>Mon, 11 Jan 2021 12:02:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[anapaula]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Com adaptações na programação, a Festa do Senhor do Bonfim será realizada entre os dias 8 a 17 de janeiro &#160; Entre os dias 8 e 17 de janeiro, os soteropolitanos...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h3><strong>Com adaptações na programação, a Festa do Senhor do Bonfim será realizada entre os dias 8 a 17 de janeiro</strong></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p>Entre os dias <strong>8 e 17 de janeiro</strong>, os soteropolitanos vão celebrar uma das maiores festas religiosas do Brasil, a Festa do Senhor do Bonfim. Mesmo com todas as restrições provocadas pela pandemia da COVID-19, a Basílica Santuário Senhor Bom Jesus do Bonfim adaptou a programação festiva para que os fiéis possam prestar suas homenagens e louvores seguindo todas as determinações protocolares preventivas para assegurar a proteção de todos. As celebrações serão realizadas dentro da Basílica, com o acesso por ordem de chegada e <strong>transmitidas através da WebTV do Bonfim (canal do YouTube) e das redes sociais do Santuário.</strong></p>
<div id="attachment_2854" style="width: 310px" class="wp-caption alignright"><img class="size-medium wp-image-2854" src="http://www.a12salvador.com.br/site/wp-content/uploads/2021/01/igreja-do-bonfim-300x200.jpg" alt="Basílica Santuário Senhor Bom Jesus do Bonfim - Arquidiocese de São Salvador da Bahia" width="300" height="200" /><p class="wp-caption-text">Basílica Santuário Senhor Bom Jesus do Bonfim &#8211; Arquidiocese de São Salvador da Bahia</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Os festejos têm início com a abertura da novena no <strong>dia 8 de janeiro</strong>, <strong>que segue até o dia 16, sempre às 19h.</strong> As reflexões durante as celebrações preparatórias para a Festa terão como tema <em>Senhor do Bonfim, abraçar a Sua cruz fortalece a fé, liberta do medo e renova a nossa esperança </em>e o lema: <em>“Tende coragem! Eu venci o mundo!” (Jo16,33)</em>. A cada noite da novena, os fiéis prestarão homenagens aos trabalhadores que atuaram e continuam atuando nos serviços essenciais neste período da pandemia, às pessoas curadas da COVID-19, aos familiares de vítimas fatais da COVID-19, às pessoas que fizeram a experiência diferenciada do distanciamento e do isolamento social.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O reitor da Basílica Santuário, padre Edson Menezes da Silva, lembra a necessidade de cuidado e atenção por parte dos fiéis que vão participar das celebrações. “Queremos continuar erguendo nossas preces ao Senhor do Bonfim para que se compadeça do Seu povo nestes tempos tão difíceis que vivemos. Mas, não podemos esquecer que a pandemia não acabou. Precisamos manter o distanciamento social e seguir as orientações das autoridades de saúde”, afirmou. O padre também recomenda que os fiéis que participam da <strong>Procissão dos Três Pedidos (que não será realizada esse ano)</strong> escolha um dia e horário adequados para realizar as três voltas em torno Basílica e fazer os seus pedidos e agradecimentos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>No dia <strong>14 de janeiro</strong>, data que seria dedicada a tradicional Lavagem das escadarias da Basílica, <u>a imagem peregrina do Senhor do Bonfim, sairá da Matriz da Paróquia Nossa Senhora da Vitória, às 8h, em carro aberto rumo à Colina Sagrada, passando em frente à Basílica Santuário Nossa Senhora da Conceição da Praia, seguindo o mesmo percurso do cortejo da lavagem.</u></p>
<p>Após a chegada da imagem, no interior da Basílica, o padre Edson Menezes da Silva transmitirá a tradicional mensagem proferida todos os anos da janela da Basílica e concederá a bênção através das redes sociais e dos meios de comunicação sociais presentes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A solidariedade aos mais necessitados tem um momento especial durante os festejos ao Senhor do Bonfim. <strong>No dia 16, os fiéis são convidados a participarem do Drive Thru Solidário</strong>, que será realizado na sede do Projeto Bom Samaritano (Praça do Bonfim, nº 49). Serão arrecadados alimentos não perecíveis, materiais de limpeza e de higiene pessoal.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>No dia <strong>17 de janeiro</strong>, dia da Festa do Senhor do Bonfim, a programação terá início com o repique dos sinos da Basílica, às 5h. Não haverá queima de fogos em respeito aos doentes nos hospitais próximos à Igreja. <em>Às 10h30, o Arcebispo de Salvador e Primaz do Brasil, Cardeal Dom Sergio da Rocha</em>, <em>presidirá a Missa Solene</em> e ao final da celebração concederá a Bênção Apostólica com Indulgência Plenária. <strong>Às 15h, a imagem peregrina do Senhor do Bonfim sairá em carro aberto da Basílica </strong>para percorrer as ruas da Cidade Baixa e ser homenageada ao passar pelas portas das Igrejas católicas que compõem a Forania 4, região de Itapagipe (Nossa Senhora da Penha de França, Nossa Senhora da Boa Viagem, Nossa Senhora da Piedade, Nossa Senhora dos Mares e São Jorge).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong>PROGRAMAÇÃO</strong></p>
<div id="attachment_2855" style="width: 310px" class="wp-caption aligncenter"><img class="size-medium wp-image-2855" src="http://www.a12salvador.com.br/site/wp-content/uploads/2021/01/Senhor-do-Bomfim-300x169.jpg" alt="Senhor Bom Jesus do Bonfim" width="300" height="169" /><p class="wp-caption-text">Senhor Bom Jesus do Bonfim</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>08.01.21 – Sexta-feira</strong></p>
<p><strong>18h30 </strong>– Hasteamento da Bandeira do Senhor Bom Jesus do Bomfim no panteão da Praça da Colina, dando início à programação da festa 2021</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>19h – 1ª noite da novena</strong></p>
<p>Presença do Cardeal Dom Sergio da Rocha, Arcebispo de Salvador e Primaz do Brasil.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Homenagem aos trabalhadores da área de limpeza pública</strong></p>
<p><strong>Subtema</strong>: Confiando na proteção do Senhor do Bonfim, prosseguiremos cultivando a fé (Lc 17, 5-6).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>09.01.21 – Sábado</strong></p>
<p><strong>19h – 2ª noite da novena</strong></p>
<p><strong>Homenagem aos trabalhadores da área do comércio em geral</strong></p>
<p><strong>Subtema</strong>: Confiando na proteção do Senhor do Bonfim, prosseguiremos superando o medo (Mt 14,23-27).</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>10.01.21 – Domingo </strong></p>
<p><strong>Missas nos horários normais: </strong>5h40, 7h30; 9h, 11h, 15h e 17h.<strong>     </strong></p>
<p><strong>7h30 – </strong>Missa Solene do Santíssimo Sacramento presidida pelo padre Edson Menezes da Silva<strong>.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>19h – 3ª noite da novena</strong></p>
<p><strong>Homenagem aos trabalhadores da área de transporte público e particular</strong></p>
<p><strong>Subtema</strong>: Confiando na proteção do Senhor do Bonfim, prosseguiremos cultivando a esperança (Rm 15,13)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>11.01.21 – Segunda-feira</strong></p>
<p><strong>16h – </strong>Adoração ao Santíssimo Sacramento (Pedindo pela contenção da 2ª onda pandemia da COVID-19). <strong>Responsáveis:</strong> Vicentinos</p>
<p><strong>19h – 4ª noite da novena</strong></p>
<p><strong>Homenagem aos familiares dos que morreram de Covid 19 e familiares dos trabalhadores dos cemitérios.</strong></p>
<p><strong>Subtema</strong>: Confiando na proteção do Senhor do Bonfim, prosseguiremos acreditando na vida eterna e na ressurreição dos mortos (Jo 11,20-27)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>12.01.21 – Terça-feira </strong></p>
<p><strong>16h – </strong>Adoração ao Santíssimo Sacramento (Pedindo pela contenção da 2ª onda pandemia da COVID-19). <strong>Responsáveis:</strong> Ministros Extraordinários da Comunhão</p>
<p><strong>19h – 5ª noite da novena</strong></p>
<p><strong>Homenagem aos trabalhadores da área de comunicação</strong></p>
<p><strong>Subtema</strong>: Confiando na proteção do Senhor do Bonfim, prosseguiremos protegendo, preservando e defendendo a vida (Jo 10,10-11).</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>13.01.21 – Quarta-feira</strong></p>
<p><strong>16h – </strong>Adoração ao Santíssimo Sacramento (Pedindo pela contenção da 2ª onda pandemia da COVID-19). <strong>Responsáveis:</strong> Apostolado da Oração</p>
<p><strong>19h – 6ª noite da novena</strong></p>
<p><strong>Subtema</strong>: Confiando na proteção do Senhor do Bonfim, prosseguiremos cultivando o ânimo e a coragem (Jo 16,32-33).</p>
<p><strong>Homenagem às pessoas que viveram com seriedade a experiência do distanciamento social em suas residências</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>14.01.21 – Quinta-feira</strong></p>
<p>Missas: 7h20 e 17h</p>
<p>Às 8h a imagem peregrina do Senhor do Bonfim sairá da Matriz da Paróquia Nossa Senhora da Vitória (Vitória), em carro aberto, rumo à Colina Sagrada, passando em frente à Basílica Santuário Nossa Senhora da Conceição da Praia (Comércio), seguindo o mesmo percurso do cortejo da lavagem</p>
<p>Após a chegada da imagem, no interior da Basílica, o padre Edson Menezes da Silva transmitirá a tradicional mensagem proferida todos os anos da janela da Basílica e concederá a bênção através das redes sociais e dos canais de televisão presentes.</p>
<p><strong>19h – 7ª noite da novena</strong></p>
<p><strong>Homenagem às pessoas que contraíram a COVID-19 e fizeram a experiência do isolamento social em suas casas</strong></p>
<p><strong>Subtema:</strong> Confiando na proteção do Senhor do Bonfim, prosseguiremos cultivando ânimo e alegria de viver (Jo 16,20-23).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>15.01.21 – Sexta-feira</strong></p>
<p><strong>19h – 8ª noite da novena</strong></p>
<p><strong>Homenagem aos profissionais e trabalhadores da área da saúde</strong></p>
<p><strong>Subtema</strong>: Confiando na proteção do Senhor do Bonfim, prosseguiremos acreditando no poder da oração e na atuação da ciência (Mt 21,22).</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>16.01.21 – Sábado</strong></p>
<p><strong>8h às 17h – </strong>Drive Thru Solidário para recolher alimentos não perecíveis, material de limpeza e higiene. Local de entrega: Sede do Projeto Bom Samaritano.</p>
<p><strong>19h –  9ª noite da novena </strong></p>
<p><strong>Homenagem aos trabalhadores da área de segurança pública e privada</strong></p>
<p><strong>Subtema</strong>: Confiando na proteção do Senhor do Bonfim, prosseguiremos experimentando a sua infinita misericórdia</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>DOMINGO – DIA DA FESTA</strong></p>
<p><strong>17.01.2021</strong></p>
<p><strong> 5h –  Alvorada </strong> –  Apenas repique dos sinos (não haverá alvorada por respeito e atenção aos doentes internados nos hospitais próximos à Colina Sagrada).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Horário das Missas: 5h40, 7h30, 9h, 10h30, 15h e às 17h.</strong></p>
<p><strong>10h30min – Missa Solene presidida pelo Arcebispo de Salvador e Primaz do Brasil, Cardeal Dom Sergio da Rocha, </strong>que, ao final da Celebração Eucarística dará a Bênção Apostólica com Indulgência Plenária.</p>
<p><strong>15h </strong>– Saída da imagem peregrina do Senhor do Bonfim, em carro aberto, da Basílica para percorrer as ruas da Cidade Baixa e ser homenageada ao passar pelas portas das Igrejas católicas que compõem a Forania 4, região de Itapagipe (Nossa Senhora da Penha da França, Nossa Senhora da Boa Viagem, Nossa Senhora da Piedade, Nossa Senhora dos Mares e São Jorge).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Fonte: Arquidiocese de São Salvador da Bahia</strong></p>
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		<title>O Papa: o mundo precisa de unidade e fraternidade para superar a crise</title>
		<link>http://www.a12salvador.com.br/site/o-papa-o-mundo-precisa-de-unidade-e-fraternidade-para-superar-a-crise/</link>
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		<pubDate>Mon, 11 Jan 2021 11:04:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[anapaula]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Aconteceu...]]></category>

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		<description><![CDATA[O Papa: o mundo precisa de unidade e fraternidade para superar a crise   Entrevista do Papa ao programa “Tg5” da televisão italiana: da pandemia, à defesa da vida e...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h2><strong>O Papa: o mundo precisa de unidade e fraternidade para superar a crise</strong></h2>
<p><strong> </strong></p>
<p>Entrevista do Papa ao programa “Tg5” da televisão italiana: da pandemia, à defesa da vida e dos vulneráveis, passando pelo valor da unidade na política e na Igreja, Francisco aborda grandes temas da atualidade do novo ano e convida todos a se vacinarem e a redescobrirem o valor da fé como dom de Deus</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Redescobrir-se unidos, mais próximo a quem sofre, sentir-se irmãos para superar juntos a crise mundial causada pela pandemia. No início da entrevista ao Tg5, Francisco reiterou que “de uma crise nunca se sai como antes, nunca. Saímos melhores ou piores”. Para o Papa, “é preciso rever tudo. Os grandes valores sempre existem na vida, mas os grandes valores devem ser traduzidos na vida do momento”. O Pontífice faz então uma lista com uma série de situações dramáticas a partir das crianças que sofrem com a fome e não podem ir à escola e as guerras que atingem muitas áreas do planeta. “As estatísticas das Nações Unidas – destaca – são assustadoras a respeito”. Adverte que se nós sairmos da crise “sem ver estas coisas, a saída será outra derrota. E será pior. Olhemos somente para estes dois problemas: as crianças e as guerras”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Vacinar-se é uma ação ética, não uma opção</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O Papa responde depois a uma pergunta do jornalista Fabio Marchese Ragona sobre as vacinas. “Eu creio – afirma – que eticamente todos devem tomar a vacina. Não é uma opção, é uma ação ética. Porque está em risco a sua saúde, a sua vida, mas também a vida dos outros”. E explica que nos próximos dias começará a campanha de vacinação no Vaticano e também ele se “cadastrou” para receber a dose. “Sim, deve-se fazer”, repete, “se os médicos a apresentam como algo que pode ser bom e que não tem perigos especiais, por que não tomar? Há um negacionismo suicida nisso, que eu não saberia explicar”. Para o Pontífice, este é o tempo de “pensar no <em>nós</em> e cancelar por um período o <em>eu</em>, colocá-lo entre parênteses. Ou nos salvamos todos com o nós ou não se salva ninguém”. A respeito, o Papa fala de modo amplo, oferecendo a sua reflexão sobre o tema da fraternidade, que muito valoriza. “Este é o desafio: fazer-me próximo ao outro, próximo à situação, próximo aos problemas, fazer-me próximo às pessoas”. Inimiga da proximidade é “a cultura da indiferença?”. Fala-se de um “saudável desinteresse pelos problemas, mas o desinteresse não é saudável. A cultura da indiferença destrói, porque me afasta”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>É o “tempo do nós” para superar a crise</strong></p>
<div id="attachment_2851" style="width: 310px" class="wp-caption alignright"><img class="size-medium wp-image-2851" src="http://www.a12salvador.com.br/site/wp-content/uploads/2021/01/Papa-no-Angelus-2021-300x169.jpeg" alt="Papa aborda temas da atualidade em entrevista a um canal da tv italiana - Foto:  Vatican Media" width="300" height="169" /><p class="wp-caption-text">Papa aborda temas da atualidade em entrevista a um canal da tv italiana &#8211; Foto: Vatican Media</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>“A indiferença nos mata – retoma Francisco –, porque nos afasta. Ao invés, a palavra-chave para pensar as saídas da crise é a palavra ‘proximidade’.” Se não há unidade, proximidade, adverte o Papa, “podem-se criar tensões sociais mesmo dentro dos Estados”. E assim fala da “classe governamental” seja na Igreja, seja na vida política. Neste momento de crise, exorta, “toda a classe governamental não tem o direito de dizer ‘eu’… deve dizer ‘nós’ e buscar uma unidade diante da crise”. Neste momento, reafirma com força, “um político, um pastor, um cristão, um católico, também um bispo, um sacerdote, que não tem a capacidade de dizer ‘nós’ ao invés de ‘eu’, não está à altura da situação”. E acrescenta que os “conflitos na vida são necessários, mas neste momento devem sair de férias”, abrir espaço para a unidade “do país, da Igreja, da sociedade”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Aborto é questão humana antes de ser religiosa</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Mais uma vez, Francisco observa que a crise devida à pandemia exacerbou ainda mais a &#8220;cultura do descarte&#8221; no confronto dos mais fracos, sejam eles pobres, migrantes ou idosos. Detém-se especialmente no drama do aborto que descarta crianças indesejadas. &#8220;O problema do aborto&#8221;, adverte, &#8220;não é um problema religioso, é um problema humano, pré-religioso, é um problema de ética humana&#8221; e depois religioso. &#8220;É um problema que também um ateu tem de resolver na sua consciência&#8221;. &#8220;É correto&#8221;, pergunta o Pontífice, &#8220;cancelar uma vida humana para resolver um problema, qualquer problema? É correto contratar um assassino para resolver um problema?&#8221;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Capitol Hil, aprender com a história: nunca a violência</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O Papa não deixa de comentar os dramáticos acontecimentos no Capitol Hill no último dia 6 de janeiro. Confidou que ficou &#8220;surpreso&#8221;, considerando a disciplina do povo dos Estados Unidos e a maturidade da sua democracia. No entanto, observa, mesmo nas realidades mais maduras, há sempre algo de errado quando há &#8220;pessoas que tomam um caminho contra a comunidade, contra a democracia, contra o bem comum&#8221;. Agora que isto se verificou, continua, foi possível &#8220;ver bem&#8221; o fenômeno e se &#8220;pode pôr remédio&#8221;. Francisco condenou a violência: &#8220;Devemos refletir e compreender bem e, para não repetir, aprender com a história&#8221;, estes &#8220;grupos para-regulares que não estão bem inseridos na sociedade, mais cedo ou mais tarde produzirão estas situações de violência&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>A fé, um dom a ser pedido ao Senhor</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O Papa finalmente responde como está pessoalmente vivendo as restrições devidas à pandemia. Ele confessa que se sente &#8220;engailoado&#8221;, se detém nas viagens canceladas para evitar as aglomerações de pessoas, fala da esperança de visitar o Iraque. Neste momento, dedica mais tempo à oração, à conversa pelo telefone e reitera como foram importantes para ele alguns momentos, tais como a <em>Statio Orbis </em>em São Pedro no último dia 27 de março, &#8220;uma expressão de amor a todas as pessoas&#8221; e que nos faz &#8220;ver novas formas de nos ajudarmos uns aos outros&#8221;. Ele oferece assim uma reflexão sobre a fé no Senhor, que &#8211; disse &#8211; é antes de tudo &#8220;um dom&#8221;. &#8220;Para mim&#8221; &#8211; afirma -, &#8220;a fé é um dom, nem eu nem você, nem ninguém pode ter fé pelas suas próprias forças: é um dom que o Senhor dá a você&#8221;, que não pode ser comprado. Retomando então uma passagem do Deuteronômio, o Papa Francisco exorta a invocar a &#8220;proximidade de Deus&#8221;. Esta proximidade &#8220;na fé é um dom que temos de pedir&#8221;. A entrevista conclui com os votos de que em 2021 &#8220;não haja descartes, que não haja comportamentos egoístas&#8221; e que a unidade possa prevalecer sobre o conflito.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Fonte: </strong><strong>VATICAN NEWS</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Feliz-idade!</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Sep 2020 15:15:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[anapaula]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Aconteceu...]]></category>

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		<description><![CDATA[Feliz-idade!   Dom Sergio da Rocha Cardeal Arcebispo de Salvador, Primaz do Brasil &#160; Neste tempo de pandemia, as pessoas idosas têm assumido, com redobrado empenho, o cuidado da saúde....]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h2><strong>Feliz-idade!</strong></h2>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong><em>Dom Sergio da Rocha</em></strong></p>
<p>Cardeal Arcebispo de Salvador, Primaz do Brasil</p>
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<p>Neste tempo de pandemia, as pessoas idosas têm assumido, com redobrado empenho, o cuidado da saúde. O fato de pertencer a grupos de risco, enquanto pessoa idosa, não diminui o sentido e a alegria de viver. Ao contrário, a pandemia têm levado muitos a valorizarem, ainda mais, a vida e a cuidar melhor da própria saúde e da saúde de seus familiares.  Apesar da influência dos fatores sociais, é fundamental a postura da própria pessoa frente à fase da vida em que se encontra. Corre-se o risco de exaltar uma fase da vida e desdenhar outra, em função de experiências vividas ou a partir de paradigmas estabelecidos socialmente. Na realidade, cada idade tem suas potencialidades e limitações, alegrias e dificuldades. O desafio é fazer da idade que se vive uma feliz idade depende não somente das oportunidades que a vida oferece, mas das posturas pessoais adotadas.</p>
<div id="attachment_2814" style="width: 287px" class="wp-caption alignright"><img class="size-full wp-image-2814" src="http://www.a12salvador.com.br/site/wp-content/uploads/2020/09/Feliz-idade-Foto-Vatican-Media.jpg" alt="Feliz-idade - Foto: Vatican Media" width="277" height="182" /><p class="wp-caption-text">Feliz-idade &#8211; Foto: Vatican Media</p></div>
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<p>Se não for possível experimentar a vida, após os sessenta anos, como a “melhor idade”, como muitos denominam, será sempre muito válido torná-la uma “feliz idade”. Para tanto, muitas iniciativas têm sido desenvolvidas visando à valorização e ao bem estar das pessoas idosas: avanços na legislação, com o Estatuto do Idoso, cursos oferecidos por universidades, acesso a computador e internet, projetos sociais e serviços especializados para essa faixa etária, associações e grupos de pessoas idosas, iniciativas das Igrejas, como a Pastoral da Pessoa Idosa. Fazer da “terceira idade” uma feliz idade é tarefa pessoal que necessita também da sociedade em que vivemos, a começar do ambiente familiar, estendendo-se aos outros ambientes e situações. A exigência de políticas públicas adequadas em favor das pessoas idosas interpela, de modo especial, os poderes públicos e pressupõe o exercício consciente da cidadania pela população. É preciso assegurar os direitos das pessoas idosas, como a aposentadoria digna, e demonstrar afeto, gratidão e respeito para com elas, no cotidiano.</p>
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<p>O papel de cada pessoa neste processo é insubstituível, pois a felicidade não depende apenas de fatores externos, mas do modo como se compreende e se vive a vida. A pessoa idosa não deve se deixar levar por estereótipos e preconceitos, nem pela exaltação ingênua. É importante cultivar uma postura serena e realista diante das normais limitações da idade, sem se acomodar. É preciso reconhecer e desenvolver as potencialidades da vida, o seu rico e inesgotável dinamismo, continuando a crescer rumo ao amadurecimento, cada vez maior, afetivo, intelectual e espiritual. A vivência da fé em Deus anima cada pessoa em qualquer fase da vida, mas enriquece e fortalece ainda mais quem recebe o dom de chegar à idade avançada e ilumina a tarefa de fazer dela uma “feliz-idade”.</p>
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<p>*Artigo publicado no jornal A Tarde, em 13 de setembro de 2020.</p>
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<p>Fonte: Vatican News</p>
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